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sábado, 4 de abril de 2015

No Egito escrava fui - O Êxodo


Êxodo 12:7-14: "E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. (...)
Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor. E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o Senhor. O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês estiverem; quando eu vir o sangue, passarei adiante. A praga de destruição não os atingirá quando eu ferir o Egito. Este dia será um memorial que vocês e todos os seus descendentes o comemorarão como festa ao Senhor. Comemorem-no como decreto perpétuo.






E, depois de tantos anos, finalmente livres!
Após o nascimento do Libertador, a manifestação dos sinais, as trevas, a invasão de bichos nojentos, as úlceras, a saraiva, a água que virou sangue... Quando, em nossa caminhada, não vimos a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve? (Malaquias 3:18)

Agora, cobertos pelo sangue do Cordeiro (Êxodo 12:7), eu, minha casa, meus vizinhos, meus entes queridos, todos debaixo da Promessa, nos lançamos à toda velocidade do lugar da nossa escravidão, para prestar culto ao nosso Deus ( Êxodo 5:1).


Haverá momentos em que o mar estará à frente, os inimigos estarão em nossos calcanhares (Êxodo 15:19)... Mas o meu Deus é poderoso para abrir o mar, para derrotar a morte, para fazer com que nossos vestidos e calçados espirituais jamais se gastem (Deuteronômio 29:5), para fazer cair maná do céu, para fazer o monte Sinai fumegar (Exodo 19:18), e colocar uma coluna de fogo e uma nuvem de glória (1 Coríntios 10:2)  em nossas vidas, todos os dias de nossa peregrinação.


Então, pra que murmurar? Lancemos os bezerros de ouro, os pepinos e o jugo da escravidão mundana para longe! Egito? Nunca mais!


Hebreus 9:14-24Quanto mais, então, o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, de modo que sirvamos ao Deus vivo!
Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança.
No caso de um testamento, é necessário que comprove a morte daquele que o fez;
pois um testamento só é validado no caso de morte, uma vez que nunca vigora enquanto está vivo aquele que o fez. Por isso, nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue.
Quando Moisés terminou de proclamar todos os mandamentos da Lei a todo o povo, levou sangue de novilhos e de bodes, juntamente com água, lã vermelha e ramos de hissopo, e aspergiu o próprio livro e todo o povo, dizendo:
"Este é o sangue da aliança que Deus ordenou que vocês obedeçam".
Da mesma forma, aspergiu com o sangue o tabernáculo e todos os utensílios das suas cerimônias.
De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão. Portanto, era necessário que as cópias das coisas que estão nos céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios superiores.
Pois Cristo não entrou em santuário feito por homens, uma simples representação do verdadeiro; ele entrou no próprio céu, para agora se apresentar diante de Deus em nosso favor;


Apocalipse 12:11E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.

sábado, 7 de abril de 2012

Resgate em alto mar

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."João 3:16


Não sei quem é autor. Mas é indubitavelmente uma excelente mensagem.




O jovem pastor subiu ao púlpito e fez uma ligeira apresentação de um outro pastor que naquela noite visitava a sua igreja. Contou aos irmãos que aquele idoso pastor era um de seus melhores amigos e que o conhecia há muito tempo. O pastor da igreja, então, pediu ao pastor visitante que trouxesse uma palavra à igreja. 
Foi assim que o velho pastor levantou-se, calmamente dirigiu-se ao púlpito e começou a falar. Recomendando que aqueles irmãos permanecessem firmes na fé, e contou a história de um homem que levou seu filho e um amigo de seu filho para um passeio de barco. Em alto mar, de repente, uma forte tempestade os atingiu. As ondas cada vez mais altas zombavam do esforço daquele homem de tentar manter o barco “em pé”.  Até que o barco emborcou e os três tripulantes foram lançados ao mar bravio. 
Nesse ponto da história, o velho pastor olhou fixamente para dois jovens que se mostravam desinteressados no culto. Agora, porém, eles pareceram interessados no que ele dizia. Ele continuou, dizendo que o pai conseguiu subir no casco do navio virado (mas que não afundara) e apanhar uma corda. E viu os dois jovens se afogando nas tempestuosas águas. E ali, naquele instante, teve que tomar a decisão mais difícil de sua vida: para qual dos dois rapazes jogaria a outra ponta da corda? Tinha poucos segundos para decidir. Mas, sabendo que seu filho era um fiel seguidor de Cristo, e o amigo dele não, em grande agonia gritou: “Meu filho, eu te amo!”, e jogou a corda na direção do amigo dele. Enquanto salvava o rapaz, seu filho foi tragado pelas águas bravias, para nunca mais ser encontrado. 
Os dois jovens estavam prestando muita atenção ao que aquesenhor dizia. "O pai”, continuou o pastor, “sabia que seu filho, sendo convertido, entraria na eternidade com Deus. Ele não podia deixar o amigo de seu filho, que ainda não era crente, perecer sem conhecer o Salvador. E foi por isso que se dispôs a sacrificar seu próprio filho, para salvar o amigo dele.
Quão maravilhoso é o amor de Deus! Ele fez a mesma coisa por nós! Nosso Pai Celestial sacrificou o Seu único Filho, a fim de que nós pudéssemos ser salvos! Por isso quero convidá-los a receber Sua oferta de salvação. Deus ainda está jogando a corda da salvação até vocês!” 
Tendo disto isso, o velho pastor sentou-se. Após o culto, os dois jovens foram falar com ele. Um deles disse: “Foi boa aquela história. Todavia, não acho que o pai tenha sido muito realista. Sacrificou a vida do filho baseado na mera esperança de que o amigo de seu filho viesse a tornar-se um crente e ser salvo!” 
“É aí mesmo que está a chave da questão”, explicou o ancião. 
Depois, levantando os olhos, olhou para eles e disse: “Não parece muito lógico, não é? Contudo, essa história nos faz entender um pouquinho o que deve ter significado para o nosso Pai Celestial o fato de dar Seu único Filho, Jesus, por amor de nós...” 
O velho ministro de Jesus Cristo, disse com a voz sufocada com a emoção: “Sabe... nessa história que contei, o pai era eu, o jovem que morreu afogado era meu filho. E o amigo de meu filho... é o pastor da sua igreja!”.

Transcrição encontrada em http://www.cristoevida.com/arquivos/informissoes/edicoes/informissoes688.pdf


"Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele."1 João 3:1